5 Técnicas de Memorização para Melhorar o Seu Aprendizado

Quem não gostaria de tornar a memória mais potente  e com altas habilidades? Eu sempre acreditei que os grandes pensadores usavam de algum tipo de técnica para potencializar o aprendizado; até começar a estudar a biografia de muitos deles e descobrir que não se tratava de dom divino, e sim de prática, de estudo diário com técnicas de memorização.

Publicidade

A internet possibilitou de maneira democrática muito acesso ao conhecimento. Atualmente você consegue encontrar cursos de memorização  gratuitamente ou cursos pagos.

Para quem não pode pagar um curso de memorização, separamos 5 técnicas poderosas para você começar a colocar em prática e tornar os seus resultados mais eficientes.

Do geral para o específico: análise e síntese

Quando você começar a estudar um tema com objetivo de fixá-lo na sua memória, o caminho a percorrer deve ser do conceito geral para o específico. As generalizações dão o contexto que permite um entendimento mais claro da evolução do conceito em questão.

Após você ter memorizado, analise. Fazer anotações significa analisar um  conceito. Em seguida, a síntese. É a atitude final para evitar o esquecimento. Quando você sintetiza, automaticamente você está fazendo uma revisão, em seguida releia as anotações e organize melhor o conteúdo.

A união dessas três etapas é o que reforça o poder de memorização do conceito. Contexto sem análise não passa de informações vagas. Contexto e análise sem síntese não passam de conhecimentos condenados ao rápido esquecimento. Síntese sem análises e sem contexto é um dado inútil no cérebro, que você não saberá para que serve.

 A importância das Siglas

Os especialistas da memória dizem que a síntese é o gatilho de memória para recuperar o que foi estudado. É uma poderosa ferramenta mental que você vai utilizar para lembrar. E uma das formas sugeridas pelos estudiosos é elaborar siglas com as palavras chave do conteúdo a ser lembrado.

Um exemplo de sigla do Capítulo 5ª de Nossa Constituição Federal: ViLISP: Vida, Liberdade, Igualdade, Segurança e Propriedade.

Publicidade

 Frases estranhas

A criação de histórias “malucas”  é também uma forma de memorização.  Pelo caráter inusitado, são mais fáceis de lembrar e atuam como gatilho para recuperação dos conceitos a ela associados.

Faça, por exemplo, a técnica de associação de palavras. Fica mais simples memorizar a sequência de informações. Eu tinha dificuldade de memorizar senha de banco com números e letras. Apliquei essa técnica e nunca mais esqueci. Criei uma frase maluca envolvendo as letras e os números da minha senha. Nunca mais esqueci.

Essas frases funcionam como gatilho de memória. Por exemplo, para os estudantes de Direito Penal memorizarem as finalidades da pena de condenado, podemos montar uma frase estranha: a pena transforma o condenado em um Saci PeReRê. O signino linguístico “Pererê “traz as letras iniciais das finalidades da pena: prevenir novas condutas delituosas; retribuir (ao mal do crime o mal da pena), reintegrar o condenado à convivência social.

 Ensine para lembrar mais

Essa sem dúvida pra mim foi de grande utilidade quando eu comecei a dar aula de Inglês cursando ainda o primeiro período na faculdade.

Ensinar o que você aprendeu a outra pessoa é também uma maneira de memorizar o conteúdo.  Tente dar uma aula para  você mesmo. Se conseguir citar todos os detalhes e cobrir todo o assunto, significa que a memória foi consolidada, e o que você aprendeu será lembrado por muito tempo.

Ao tentar explicar o que acabou de aprender as conexões de neurônios se expandem e o conteúdo é gravado por mais tempo, na memória de médio prazo. E com algumas revisões, por um longo período.

A força da visualização

Especialistas da memória dizem que é possível usar o próprio corpo e gestos para envolver a chamada memória sinestésica. Um exemplo dessa técnica é a memorização de uma receita.

Veja só: cada ingrediente é associado a um gesto direcionado a uma parte do corpo. Para memorizar, use um gesto. E para resgatar na memória a atitude é ir conferindo qual gesto era associado a cada parte do corpo para se recordar do ingrediente em questão.

Gostou? Não esqueça de compartilhar!

 

Por: Wanderson Dutch

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *