Como usar a filosofia para a educação financeira e sair do vermelho?

Como usar a filosofia de uma boa educação financeira para colocar a sua vida em ordem de maneira com que você tenha orgulho do que você é do que você faz e ter uma vida financeira plenamente realizada?

Quando falamos a palavra “pleno”, que tem sua origem no latim plenus, nós estamos falando aqui em completa organização de sua vida, tanto no campo financeiro, quanto nos outros aspectos da inteligência emocional, que por sua vez está integrada a quem tem uma vida financeira controlada.

Um das propostas de nosso site é fazer a integração entre filosofia e vida financeira, coisa que parece impossível não é mesmo? Porém, nós sabemos que a vida financeira é um fator importantíssimo para que todas as outras coisas funcionem bem, e, portanto, quando uma vai bem, normalmente a outra tende a funcionar.

Reunimos abaixo uma série de dicas práticas, que podem ajudar você na organização de suas dívidas e sair do vermelho rapidamente.

É preciso ter consciência e saber qual é a real situação das suas dívidas

Aqui sua atitude precisa ser prática e objetiva. O primeiro passo para sair do vermelho é saber qual é a real situação das suas finanças e das suas dívidas. Coloque no papel quanto você está devendo, há quanto tempo e para quem. Mesmo os pequenos débitos não devem ficar de fora desse diagnóstico.

Em segundo lugar:  faça uma análise completa de suas condições.

Dívidas devidamente listadas, é hora de dedicar um tempo à análise do orçamento financeiro pessoal para traçar um plano a fim de quitar as pendências. Liste todas as receitas que recebe, como salário, aluguel, dinheiro extra etc. Em seguida, coloque no papel as despesas fixas, como aluguel, condomínio e contas de água, luz etc.

Por fim, liste outros tipos de gastos variáveis, como restaurante, compras, cuidados pessoais etc. Com essas informações, você tem a possibilidade de descobrir onde é possível cortar gastos para quitar as dívidas existentes e sair do vermelho.

Para quem ainda não sabe, o portal Organizze é uma das ferramentas que podem te ajudar a colocar suas contas em dia.

É preciso que você priorize suas dívidas mais altas

Algumas pessoas dão conselho em começar por dívidas baixas, porém, nós não concordamos com essa abordagem. Dívidas no cheque especial e rotativo do cartão de crédito cobram alguns dos juros mais altos do mercado. Por isso, é importante dar prioridade a elas na hora de renegociar com os credores a fim de evitar o famoso efeito bola de neve. Uma dívida de R$ 2 mil no cartão pode chegar a R$ 10 mil em poucos meses caso seja deixada de lado. Aja rápido.

Tente repensar em trocar uma dívida alta por uma com juros mais baixos

Talvez um empréstimo seja uma solução, talvez não. É preciso fazer análises. Caso não tenha recursos suficientes para quitar dívidas altas, como cartão de crédito e cheque especial, considere trocá-las por modelos que cobrem juros mais baixos, como um empréstimo consignado ou crédito pessoal. Uma dívida no cartão de crédito, por exemplo, pode cobrar juros de 18% ao mês, enquanto o crédito pessoal tem uma taxa de 10% ao mês. Coloque na ponta do lápis para avaliar se vale a pena.

Renegociar os débitos com os credores

Depois de saber exatamente quanto deve, há quanto tempo e para quem, é importante buscar renegociar as dívidas com os credores. Antes mesmo de entrar em contato com as empresas, prepare uma proposta de pagamento de acordo com as suas possibilidades financeiras.

E claro, tenha em mente que a negociação é positiva para os dois lados, afinal, tudo o que credor quer é receber. Caso possa pagar a dívida à vista com a venda de algum bem, por exemplo, negocie um desconto no valor total.

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Por: Redação do Martelo 

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